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Cantinho da Poesia

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Cantinho da Poesia

poesia

Ini­ci­amos com a esta pub­li­cação, o can­tinho da poe­sia da EPISJ. Pretende-​se com este espaço a dis­cussão, leitura e cri­ação de poe­sia. Se queres par­tic­i­par manda-​nos o teu poema para newsletter@​episj.​com ou fala com o teu pro­fes­sor de Português.

Aqui fica o primeiro poema do can­tinho. Comentem e dêem a vossa opinião.

SEJAM POETAS!

Pico per­feito
Saí da minha terra
Ao encon­tro do descon­hecido
Lá encon­trei uma serra
Chamava-​se mon­tanha do pico
Grande em tamanho e em glória tam­bém
Ai deparei-​me no meio de uma guerra
Nesta guerra batal­hava eu con­tra ninguém
Lutei, lutei e lutei sem con­hecer o inimigo
Fiquei sem munições e armas por ai além
Dei-​me por ven­cido parei de lutar
Rendi-​me ao pico glo­rioso e ao azul do mar
Novas pes­soas, roti­nas diferentes

Bril­hantes, lin­dos são aque­les pores do sol
Ele esconde-​se por trás do monte
Como se o estivesse a abraçar
Desce como quem o está a bei­jar
À noite a lua inve­josa
Acorda por detrás dele
E com aquele cegante bril­har
Sobe por ele parecendo-​o asse­diar
Há dias, noites em que as nuvens não o resistem
Vão em sua direcção
É aquele chama­mento do além
As estre­las a seu lado
Servem ape­nas para o enfeitar
No fim do tram­bol­hão de emoções
Das mudanças e ilusões…
Reparei. Abençoa­dos são aque­les
Que cresce­ram a ver estas ima­gens
O sítio donde os Deuses subi­ram para par­tir…
Onde fadas e duen­des con­tin­uarão a se reunir
É o pico do amor, paixão e esper­ança
É o pico que exerce sobre nós a sua liderança

Pedro Silva

Curso de Meca­trónica Automóvel

2.º Ano

poesia

Iniciamos com a esta publicação, o cantinho da poesia da EPISJ. Pretende-se com este espaço a discussão, leitura e criação de poesia. Se queres participar manda-nos o teu poema para newsletter@episj.com ou fala com o teu professor de Português.

Aqui fica o primeiro poema do cantinho. Comentem e dêem a vossa opinião.

SEJAM POETAS!

 

Pico perfeito
Saí da minha terra
Ao encontro do desconhecido
Lá encontrei uma serra
Chamava-se montanha do pico
Grande em tamanho e em glória também
Ai deparei-me no meio de uma guerra
Nesta guerra batalhava eu contra ninguém
Lutei, lutei e lutei sem conhecer o inimigo
Fiquei sem munições e armas por ai além
Dei-me por vencido parei de lutar
Rendi-me ao pico glorioso e ao azul do mar
Novas pessoas, rotinas diferentes

Brilhantes, lindos são aqueles pores do sol
Ele esconde-se por trás do monte
Como se o estivesse a abraçar
Desce como quem o está a beijar
À noite a lua invejosa
Acorda por detrás dele
E com aquele cegante brilhar
Sobe por ele parecendo-o assediar
Há dias, noites em que as nuvens não o resistem
Vão em sua direcção
É aquele chamamento do além
As estrelas a seu lado
Servem apenas para o enfeitar
No fim do trambolhão de emoções
Das mudanças e ilusões…
Reparei. Abençoados são aqueles
Que cresceram a ver estas imagens
O sítio donde os Deuses subiram para partir…
Onde fadas e duendes continuarão a se reunir
É o pico do amor, paixão e esperança
É o pico que exerce sobre nós a sua liderança

Pedro Silva

Curso de Mecatrónica Automóvel

2.º Ano

 
 

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